Quem
Somos

Quem Somos

Somos, antes de tudo, uma ideia. A ideia de que dentro de uma partida de futebol existe muito mais em jogo. Existe a oportunidade de tornar a paixão dos brasileiros e brasileiras um vetor de transformação do nosso país. Mostrar que respeito, empatia e dignidade são valores tão importantes quanto força, habilidade e talento.

Mas, para isso acontecer, precisamos derrubar velhas barreiras. O Futebol sem Barreiras nasce para levar essa esperança para dentro e fora do campo. Uma busca para que o futebol transcenda as quatro linhas e ocupe o espaço das ruas, das casas e dos bairros. O espaço dos direitos da sociedade.

Reuniremos clubes, instituições, atletas, imprensa, torcidas e todas as forças que buscam o debate e a construção de uma sociedade mais humana, justa e igual. Porque se no Brasil o povo defende o futebol, está na hora de o futebol também defender o povo.

O que fazemos

O que fazemos

Vamos promover ideias, projetos e campanhas de defesa da diversidade e dos Direitos Humanos, bem como o enfrentamento ao racismo, sexismo, lgbtfobia e todas as expressões de opressão e preconceito.
Vamos transformar o futebol em um local de debate da sociedade, trabalhando em parceria com competições, torcidas, clubes, instituições e empresas.
Para cada parceria uma ação, uma oportunidade para quem nunca teve, sempre com uma campanha educativa e inovadora de responsabilidade social no futebol.
Nos jogos, vamos devolver para as pessoas o acesso a um espaço no estádio e a um futebol que une e não segrega.
Derrubar as barreiras para o futebol ser realmente de todos.

Projetos

Projetos

O Futebol sem Barreiras está em construção. Projetos de impacto social necessitam, primeiramente, de escuta, de aproximações, de diagnósticos, de participação das pessoas, dos grupos e das instituições.

Temos em andamento projetos institucionais em parceria que iremos divulgar em breve.

Se você chegou até aqui e tem alguma ideia, projeto, ou faz parte de alguma instituição de defesa das pautas humanitárias, pode nos procurar.

O diálogo está aberto. Contamos com Universidades, Defensorias Públicas, Ministérios Públicos, ONGs, coletivos de trabalhadores ou moradores de comunidades ou demais representações dos interesses da sociedade.